quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A novidade que faz bem pro bolso

Depois de tanto tempo sem postar, publico aqui uma matéria feita para o fechamento de semestre de uma disciplina da faculdade. Espero que gostem!

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A novidade que faz bem pro bolso

Saiba mais sobre os sites de compras coletivas, que fornecem cupons de até 90% de desconto.

Por Júlia Meirelles



Desde o começo do ano, uma nova modalidade de compras está crescendo exponencialmente no Brasil. Trata-se das compras coletivas online.

A grande sacada é que, dependendo do número de pessoas que aderirem a determinada oferta publicada no site (e distribuída através de e-mail para os usuários cadastrados), os consumidores pagam por ela até 90% mais barato que seu valor original.

Segundo a analista de marketing do Grupon, Daniela Lee, tanto o consumidor – que paga mais barato por serviços de alto valor – como as empresas conveniadas possuem muitos benefícios: “A maior vantagem para as empresas associadas é a exposição da sua marca/produto a um enorme grupo de pessoas. Somos uma mídia que é capaz de atrair 500 a 2000 novos clientes para um estabelecimento. E o melhor disto é que os parceiros podem medir o resultado de seus investimentos, ao contrário de uma mídia tradicional. A partir disso eles poderão fidelizar esses novos clientes”.

O Grupon, maior site do segmento no Brasil, foi fundado em 2008 por um jovem americano chamado Andrew Mason. Segundo Daniela Lee, ele foi o criador do conceito de compra coletiva e deu origem a outros sites do gênero. Os mais conhecidos no Brasil, além do Grupon, são o Peixe Urbano, o ClickOn e o Bananarama – criado e gerenciado pelo Grupo Abril. “Quando iniciamos nosso negocio não havia nenhuma outra empresa do ramo. Não revelamos o valor, mas mundialmente a empresa possui mais de US$150 milhões para investir em mercados que ela considera chave para o seu crescimento.”, afirma Daniela.

E parece que o mercado brasileiro tem um enorme potencial para esse segmento. Segundo a analista de marketing, apesar do site ter sido inaugurado durante o ano de 2010, o Brasil perde apenas para o Estados Unidos em quantidade de recomendações diárias. Isso se deve ao fato do brasileiro adorar experimentar novidades, além de adotar muito rapidamente as redes sociais como o Orkut, Facebook e o Twitter. Esse, segundo Daniela, é o perfil ideal para esse modelo de negócios.
A vez do consumidor
Os valores ofertados são o grande atrativo para o usuário. Em alguns casos, pode-se encontrar um tratamento estético que originalmente custa R$2.000,00 por apenas R$99,00. Além da vantagem de consumir mais por menos, o que move os usuários a adquirirem os cupons é a possibilidade de conhecer novos estabelecimentos.

Foi o que ocorreu com Paulo Estêvão, de 42 anos: “Considerei o desconto concedido uma boa oportunidade para conhecer um local com preço elevado. No caso, foi o restaurante Buddha Bar que fica na Villa Daslu (estabelecimento nobre de São Paulo)”. Além disso, Paulo afirma que praticamente almoça e janta todos os finais de semana com os cupons adquiridos nos sites “A maior vantagem é a economia, para quem quer apenas, por exemplo, almoçar/jantar em locais caros, mas pagando o que já pagaria em locais baratos” – finaliza.

Apesar das ofertas de refeições em restaurantes serem a maioria nos sites, também é possível comprar pacotes de tratamentos estéticos, dentários e até ingressos de circo. O usuário Paulo Reis, 33 anos, comprou recentemente 10 ingressos para o Circo dos Sonhos pelo preço de R$6,00 cada um. O ingresso do circo custa originalmente R$30,00 e, segundo Paulo, “Com o valor de 2 ingressos sem os cupons, pude levar as crianças da família toda!”

E as mulheres não ficam de fora. A internauta Zélia Torrezan Silvério, de 23 anos, comprou um tratamento para os cabelos em um famoso salão de São Paulo, mas afirma que só experimentou os serviços do salão pelo preço acessível: “Comprei o cupom de desconto exatamente para conhecê-lo e o resultado, por incrível que pareça, foi mediano. Esperava mais em função da fama do local e por toda a publicidade que é colocada no site na hora da venda. Não concordo com valores tão altos para esse tipo de serviço”.

Para a usuária Jussara Lima, 29 anos, a compra do cupom de um Day Spa (de R$500,00 por R$99,00) foi além do benefício econômico: “Quando resolvi comprar o Day Spa, curti a experiência porque não é algo que eu faça freqüentemente. Foi um pequeno mimo que eu me dei e que dificilmente eu teria comprado não fosse os sites de ofertas coletivas. Uma manhã inteira dedicada a mim mesma e, o melhor, com baixo custo”.

Segundo os entrevistados, não houve tratamento inferior e/ou diferenciado em nenhum dos estabelecimentos onde foram apresentados os cupons de desconto. “O propósito das empresas ofertarem em sites coletivos é para divulgar seus produtos/serviços e agregar novos clientes à sua cartela de consumidores. Então, não faria sentido o proprietário ofertar e depois não atender bem os novos clientes”, afirma a analista de marketing do Grupon, Daniela Lee.

E para os curiosos, mas que ainda têm receio de efetuar compras pela internet, Daniela dá o recado: “O usuário pode contar com segurança na execução da operação pelo portal do Groupon Clube Urbano, pois já vendemos mais de 12 milhões de vouchers no mundo todo”.

O bolso agradece e a consciência pode ficar tranqüila.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Matéria publicada no site da FMU

A matéria postada aqui ontem foi publicada no site da FMU. Trata-se do Momento Online, uma ferramenta do curso de jornalismo onde algumas matérias dos alunos são escolhidas para fazer parte.
O link para visualizar o post é: http://www.fiamfaam.br/momento/?pg=leitura&id=2926&cat=1

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mudanças climáticas em São Paulo

“O tempo em São Paulo é muito temperamental. Você sempre tem que sair com uma roupa meia-estação porque pode estar muito calor de manhã e a noite você já está batendo os dentes de frio” é o que afirma a bancária Alice Magalhães, de 29 anos. Estudante do 7º período de Economia, Alice passa cerca de 12 horas fora de casa entre trabalho e faculdade. “Acabo saindo de casa muito cedo e voltando muito tarde. Tenho que estar sempre prevenida, seja com um casaco ou com uma camisa um pouco mais fresca”.
Além das mudanças drásticas de temperatura, também convivemos com o tempo seco causado pela falta de condições atmosféricas que dificultam a dispersão dos poluentes e além de prejudicarem a qualidade do ar, causam ou agravam doenças respiratórias, cardiovasculares e oculares. O predomínio de Sol e grande amplitude térmica causam temperaturas amenas de madrugada e rápida elevação ao longo do dia.
Segundo o Greenpeace, megalópoles como a cidade de São Paulo são grandes fontes de gases do efeito estufa – principal causa da oscilação da temperatura. Isso acontece por causa do transporte, da indústria e da geração de energia que são os principais emissores de gás carbônico. De acordo com o Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa de 2005, a cidade de São Paulo lança por ano, cerca de 16 milhões de toneladas de gases estufa na atmosfera
Além disso, as áreas urbanas possuem problemas de drenagem e por isso serão cada vez mais afetadas pelas mudanças climáticas. As inundações urbanas causam um prejuízo anual de 1 bilhão de reais, segundo o Caderno de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades.
Se as emissões dos gases estufa se estabilizarem, a temperatura média mundial continuará aumentando durante centenas de anos. Segundo o 4º relatório do IPCC, o aquecimento global é muito maior às mudanças observadas no século 20 e poderá alcançar valores sem precedentes nos últimos 10 mil anos. Além disso, o relatório afirma que é muito provável que haja um aumento dos dias quentes e das ondas de calor em quase toda superfície terrestre. Com isso, as grandes cidades ficarão ainda mais quentes, com mais inundações, enchentes e desmoronamentos em áreas de risco.
Então além de levar um casaco na mochila, faça mais pela sua cidade: procure saber mais sobre o assunto, economize energia, vá para o trabalho de ônibus, metrô ou carona em alguns dias e evite o desperdício de água. Se cada um fizer sua parte, teremos uma cidade cada vez melhor.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Restaurant Week: O caro que sai barato

Jantar em um restaurante conceituado e pagar pela entrada, prato principal e sobremesa apenas R$39,90? Esse é o objetivo do Restaurant Week.

A 7ª edição paulistana do evento conta com a participação de 210 restaurantes localizados em todas as regiões da cidade e com os mais variados cardápios “Você pode almoçar em um restaurante árabe e no jantar, pode comer uma massa em um restaurante italiano. E o mais interessante é que você consegue fazer isso sem gastar mais de R$100,00” é o que afirma a estudante Sarah Fogarolli, que freqüenta os restaurantes conveniados no período do evento.

O Restaurant Week foi criado há 18 anos em Nova York e desde então, acontece em mais de 100 cidades ao redor do Mundo. No Brasil, a cidade de São Paulo foi a pioneira e depois do grande sucesso, o evento expandiu-se para Recife e Rio de Janeiro.

A receita é simples: os restaurantes conveniados criam um menu especial (entrada, prato principal e sobremesa) com valores fixos de R$29,90 para o almoço e R$39,90 para o jantar. Entre os participantes estão restaurantes famosos por seus preços salgados “O Restaurant Week é uma oportunidade de conhecermos restaurantes que até então nunca frequentamos por serem muito caros” – frisa o casal Oliver Martinez e Maria Luiza Beneditinni.

Além de ajudar o bolso dos paulistanos, com mais um real, seja no almoço ou na janta, é possível contribuir com uma entidade beneficente – que, no caso dessa edição, é a Fundação Ação Criança.

A 7ª edição do evento começou dia 23 de agosto e vai até 12 de setembro. Para mais informações dos restaurantes conveniados e de seus menus, acesse o site: http://www.restaurantweek.com.br .

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Algumas dúvidas angustiantes...

Estava passeando por alguns sites hoje e parei no blog Novo em Folha que é feito por trainees especialmente para os estudante de Jornalismo com dúvidas sobre a profissão e o mercado de trabalho. E isso fez brotar uma angústia estranha na minha cabeça, que me motivou a escrever esse texto.
Estou no final do 3º ano da faculdade. Me considero uma boa aluna. Entrego os trabalhos no prazo estipulado e por vezes, apresento algo surpreendente. Sei que escrevo bem (quando surge a inspiração para isso), tenho uma boa fonética, consigo trabalhar em grupo (mesmo querendo matar uns três de vez em quando) e tenho a cabeça a 100km por hora, o que é fundamental para uma pessoa que quer seguir nessa profissão.
O problema de todo esse currículo é que eu não consigo colocá-lo em prática. Não tenho experiência em Jornalismo, tirando os trabalhos acadêmicos e alguns poucos textos que escrevi para sites. E com isso, vejo minha carreira indo por água abaixo.
Eu sou nova, tenho 20 anos. Anseio por uma posição profissional consolidada mesmo tendo poucos anos. Comecei a trabalhar com 16 anos, então a minha relação com o dinheiro e com as responsabilidades já vem lá de trás, do começo da juventude.
Hoje em dia trabalho em uma importadora de instrumentos musicais. Comecei lá embaixo, como as coisas devem ser. Fui recepcionista durante 12 longos (e torturosos) meses e alguém enxergou (e continua enxergando) talento em mim. Essa foi a primeira vez que eu fui contemplada com o olhar de alguém muito mais experiente que eu e que acreditou no meu talento. Além de acreditar no que poderia ser, me mostrou um novo Mundo e me deu autoridade pra fazer o que eu achava mais certo, dentro dos meus limites, dentro do que o meu cargo permite. Meu salário aumentou exponencialmente, consegui respirar no meio de tantas dívidas causadas por um empreendimento mal-sucedido. E estou aqui. Sentada no cume dessa montanha, olhando o céu e o horizonte, pensando em tudo que sou até aqui e até aonde posso chegar. E hoje, exclusivamente hoje, me deu medo, aflição mesmo.
Sei que alguns estudantes de jornalismo passam pela mesma coisa que eu. De terem um bom emprego e uma posição consolidada, mas se sentirem igualmente angustiados por não estarem vivenciando o universo dos leads, dos deadlines, das reuniões de pauta e da correria de fechar uma edição. Algo que os outros estudantes - até mesmo da sua sala de aula - estão vivendo com o maior orgulho.
É frustrante? É. Sempre sonhei dormir em cima de pautas, fontes, matérias e ideias. Sempre quis conversar com um colega de profissão, narrando com exatidão o furo que dei na última publicação. Uso meus três blogs para descontar minha criatividade para alguns raros leitores, mas é definitivo: eu tenho SEDE de escrever, eu tenho PAIXÃO por escrever. Gosto do barulho do teclado, gosto de perceber que as ideias estão fluindo e gosto, principalmente, de ler o texto pronto.
No meio de toda essa angústia, fiquei pensando em maneiras de explorar mais a minha criatividade e resolvi me arriscar no mundo dos frelas. Li um pouco sobre o assunto em alguns sites e ainda estou um pouco perdida, mas sinto que terei que fazer alguma coisa pra poder me sentir um pouco jornalista. Por enquanto, é claro.

O Melhor Pastel de Feira de São Paulo

“Não dá pra ir à feira sem, no final das compras, comer um pastel de carne acompanhado de um caldo de cana” é o que afirma a dona de casa Talma Peres, de 61 anos.
Conhecido oficialmente como um dos símbolos da cidade (ao lado da pizza), o pastel de feira já faz parte da rotina dos paulistanos. Em qualquer feira livre, é possível encontrar pelo menos uma barraca de faça o famoso salgado. “Acho que não existe ninguém que não goste de pastel. É um alimento barato, gostoso e que engana a fome caso você não consiga almoçar no dia”, afirma Talma.
E para homenagear esse símbolo das feiras populares, a prefeitura de São Paulo em parceria com as subprefeituras criou em Outubro de 2009 o concurso “O Melhor Pastel de Feira de São Paulo” onde chefes de cozinha, jornalistas, empresários do ramo gastronômico e estudantes de gastronomia fizeram visitas às barracas (anonimamente) para checar a qualidade do atendimento e o sabor do pastel de carne, que foi o sabor escolhido para passar pela avaliação. O concurso contou com a participação de 240 barracas de pastel espalhadas por toda cidade de São Paulo.
Esse ano, o feirante que comprovou que se desfaz do óleo utilizado para fritar os pastéis de forma ecológica, ganhou bônus na nota. Segundo o site Eco Desenvolvimento, um litro de óleo despejado de maneira incorreta, é capaz de contaminar um milhão de litros de água.
Os prêmios para os três primeiros colocados variam entre R$8.000,00 e R$1.000,00. Além disso, as barracas ganham placas de Melhor Pastel da Região – o que, segundo os próprios pasteleiros, aumenta em 60% das vendas. “Se ele foi o ganhador, significa que deve ser muito gostoso porque para agradar os especialistas, deve ser no mínimo muito bom!” afirma o biólogo Felipe Godoy, que estava presente no dia da final do concurso, dia 23 de agosto na Praça Charles Miller.
O melhor pastel de carne de 2010, segundo a votação dos especialistas, foi a barraca do Sr. e Sra. Agena, localizada no bairro da Vila Cisper, Zona Leste. Além de ter o pastel mais sequinho, o melhor recheio e o melhor atendimento, eles arranjaram uma maneira inovadora de se desfazer do óleo usado para as frituras: transformando-o em sabão.
As 10 barracas campeãs terão um espaço na Virada Cultural de 2011 para mostrarem ao público, o motivo de terem sido escolhidas as melhores da cidade inteira.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sobre ofícios e profissões

Aproveito que hoje estou inspirada para postar mais um texto meu. Esse é um dos que sobraram de quando eu apaguei o meu primeiro blog. O escrevi quando tinha 17 anos e tinha acabado de entrar na faculdade. Espero que gostem! :)

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Lembro como se fosse hoje. Num final de tarde em meados de 1996 tinha acabado de voltar da escola e estava esperando meu pai terminar de fazer meu miojo com arroz (mistura péssima, enjoativa e nojenta, mas que me dava passe livre pra tomar minha mamadeira na hora de dormir) quando de repente surgiu na televisão um programa cuja abertura era aos meus olhos, linda: uma musiquinha simpática de fundo com um castelo ‘aparecendo’ aos poucos. Quando eu ouvia o “Caaaaaaaaaaaaaaaaaas...” eu já sabia: não me incomodem, fofinhos, porque o Castelo Rá Tim Bum está começando.

Eu era uma criança meio autista. Falava sozinha, tinha milhões de amigos imaginários (Catibolha, apareça. Sinto sua falta.) e como toda criança da minha idade, era viciada nesse programa que passava na hora do jantar. Eis que um dia, surge um episódio em que o Nino tem que anotar os acontecimentos do dia pro Dr. Victor e ele acaba ficando maluco porque eram muitas coisas pra lembrar. Aí é que entra a Penélope toda fofa, propondo pro Nino fazer o Jornal do Castelo. Eu não era burra, mas também não manjava de tudo. Só sei que na hora os neurônios se bateram e disseram É ISSO! Pronto, meu futuro já estava prontamente decidido. Queria escrever jornal.


- Mãe, quem escreve jornal é o que?
- Jornalista, Júlia.
- Hum...e onde que eu viro jornalista?
- Na faculdade.
- Legal...
- É...
- Mãe, eu quero ser jornalista!
- Pra ser jornalista você tem que arrumar seu quarto, então vai logo!


E foi em 1996 que eu resolvi que dali á diante, eu faria de tudo pra ser igual a Penélope. Comecei recortando notícias e frases desconectadas e colando numa folha, chamando esse conjunto de capricho e beleza de Jornal da Casa Verde. Depois, meu tio comprou um Compaq Presário (o boom da época, acreditem.) e eu comecei á descobrir o que é mexer no Paint e no Word (Internet era coisa de gente nobre). Daí surgiu o Jornal da Júlia. Aí minha mãe resolveu ser boazinha, comprou um computador tosco pra mim e pronto: eu perdi a vontade de fazer jornalzinho porque simplesmente o Bate Papo do Uol era mais legal. Mas a idéia de fazer Jornalismo sempre esteve na minha cabeça, mesmo essa sendo tomada por outras coisas tipo Internet, meninos e Capricho.

Muita coisa mudou desde aquele episódio do Castelo Rá Tim Bum pra cá. Muitos sonhos foram transformados porque simplesmente não tinham motivo pra acontecer. O caminho foi ficando cheio de curvas, mas o destino final sempre foi o mesmo. Escrever é a única coisa que eu sinceramente acho que eu sei fazer. Infelizmente, não entrei na faculdade que eu sempre sonhei. Mas, nunca é tarde demais pra correr atrás do que realmente queremos, certo? Determinação é uma coisa que não me falta, ainda mais sabendo que pra conseguir o que eu sempre quis, todas as circunstâncias empurram essa condição pra mim mesma. Tudo depende de mim e da minha força de vontade.

Quem sabe esse projeto de blog não seja o começo de uma carreira, que pode não ser tão brilhante, mas com certeza será do jeito que eu sempre sonhei?